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terça-feira, 26 de outubro de 2010

Sinceramente Esgotado

Já quase não tenho estomago para ouvir rádio, muito menos televisão e nem mesmo a internet. Nojo, simplesmente nojo me invadiu de ontem pós-debate para hoje. Twitter, portais, blogosfera... tudo está me deixando lamentavelmente esgotado. Essa campanha eleitoral já deu o que tinha que dar. Abaixo post da Jornalista Hildegard Angel em seu blog explica essa energia pesada que paira na atmosfera nacional.

Torcendo para essa campanha acabar logo e o Brasil voltar à paz


Esta campanha, na base das ofensas, da deselegância, da desqualificação desrespeitosa da candidata do governo, das manchetes espetaculares, muitas vezes na contra-mão do próprio conteúdo das matérias, está fazendo muito mal ao país. Nem na eleição tão polarizada de Collor, com aquela edição vergonhosa de debate e tudo, foi assim. Se formos procurar paralelo, vamos ter que ir lá atrás, quando o Brasil esteve literalmente dividido entre direita e liberais, devido às campanhas odientas da UDN (leia-se Carlos Lacerda, que chamava todo mundo de "ladrão") contra o PSD e o PTB. Foi...
Assim é agora. Uma campanha que contrapõe a dita elite aos excluídos, os assim considerados letrados aos pouco preparados,  os nobres aos plebeus, os preconceituosos aos rejeitados. Uma campanha que afasta as pessoas, separa amigos. Nunca vi tantos cortarem relações com amizades antigas como agora. É ao que leva uma campanha com esse teor de ódio. Uma campanha do ressentimento e da baixeza. Aí fico até pensando que, em 2006, quando se uniram num comitê  de tucanos vips e não permitiram que José Serra fosse o candidato a enfrentar Lula, preferindo Geraldo Alckmin, Fernando Henrique Cardoso, Aécio Neves e Tasso Jereissati estavam sendo premonitórios. Vai levar tempo para serem reparados tantos estragos agora feitos, longo tempo para que o Brasil reencontre seu equilíbrio...

Vejam, no flagrante abaixo, até onde pode ir a mistificação...
 

O que é o desespero. Além do bombardeio de mails ofensivos, dos panfletos apócrifos e do uso até de telemarketing para disparar telefonemas com mentiras sobre a candidata Dilma, vejam a novidade de hoje, nessa reta final de campanha: adesivos falsificados Dilma 45 e tweets idem, #Dilma45, querendo induzir o eleitor do PT a errar, trocando o 13 pelo 45, de Serra. A foto foi feita pelo twiteiro @SeoCruz para o site Espalhe a Verdade...

Hildegard Angel é uma das mais respeitadas jornalistas do Rio de Janeiro. Durante mais de 30 anos foi colunista no jornal O Globo, quer cobrindo a sociedade (com seu nome e também com o pseudônimo Perla Sigaud), quer cobrindo comportamento, artes e TV, tendo assinado por mais de uma década a primeira coluna de TV daquele jornal. Nos últimos anos, manteve uma coluna diária no Jornal do Brasil, onde também criou e editou um caderno semanal à sua imagem e semelhança, o Caderno H. Com passagem pelas publicações das grandes editoras brasileiras - Bloch, Três, Abril, Carta, Rio Gráfica - e colaborações também em veículos internacionais, Hildegard talvez seja a colunista social com maior trânsito no país

sábado, 23 de outubro de 2010

Como ficarão a Globo e a Veja depois das eleições?


Não é de hoje que o sistema Globo, mas de modo mais incisivo a TV Globo, resolveu partir para uma forma de ação e de atuação típicas de um grupo político. O grupo – famiglia Globo – pode até fazer acordos pontuais, mas tem uma clara definição de qual universo que ela ocupa e dentro do qual procura se mover.

Por não ser brasileiro, em verdade a postura pública do grupo é sempre um reflexo das determinações de fora – onde os ventriluquos que supostamente a administram em terras tupiniquins… Resgatando, por não ser brasileiro, o grupo não se sente comprometido com as aspirações do conjunto da sociedade. Construiu, conslidou e solidificou uma liderança que vai ruindo lentamente – mas enquanto não se esvai, continua disseminando a defesa de seus postulados como se eles fossem paradigmas de liberdade, igualdade e democracia.

A TV Globo está apostando alto na eleição de Serra. Sabe que a vitória de Dilma será um probelma a mais, pois como foi bem posto pelo Paulo Henrique Amorim, a Globo (ou seja, a extrema direita) perdeu o controle que tinha no Senado. A aposta da Globo envolve mentiras, montagens, edições e todo um arsenal de crimes que, tivéssemos uma Lei dos Meios de Comunicação, já a teriam tirado do ar tal a reiterada opção pela mentira.

Cabe lembrar, neste sentido, que a tag #globomente é, faz dias, líder mundial entre as mais citadas pelo twitter. A TV Globo, que vai perdendo audiência e com isso recursos privados e públicos (responsáveis pela saúde financeira), sabe que não terá como se recompor com Dilma. Por isso, chafurda cada vez mais no anti-jornalismo, abrindo espaço e dando notoriedade a figuras como Jabor, Molina, Miriam Leitão, Merval, Waack e outros que não passam de entes totêmicos a repetir o que lhes é mandado.

Talvez o ponto alto tenha sido a edição do ‘atentado’ sofrido por Serra. Amparado pela falta de credibilidade do perito Molina – que virou uma espécie de boca-de-aluguel – a Globo materializou umas das mais estapafúrdias criações do seu anti-jornalismo. A reação dos profisisonais de São Paulo após a exibição da matéria talvez tenha sido a mais clara demonstração de que a farsa era grotesca demais. Houve vaias e o assunto logo estourou na rede.

Resta mais uma semana.
Ainda há tempo para a Globo se superar.
Mas que a história da bolinha de papel mostrou o quão ridícula a ex-vênus platinada pode ser na defesa dos seus interesses.

Depois das eleições, restará o desafio de convencer alguns petistas do tipo do Suplicy, do Pallocci, do Rui Falcão, da Helena Chagas (que subitamente abandonou sua paixão pelos tucanos e virou porta-voz da Dilma), do Zé Dutra e outros inomináveis, de que, como disse o Lula, é possível viver sem a Globo. E que isto também chegue até ao pessoal de comunicação/marketing/publicidade da Secom e das empresas como BB, CEF, Eletrobrás, etc.

Veja – por que o governo ainda anuncia?
A Revista Veja é uma história a parte, mesmo sendo parte do mesmo sistema que foi estruturado para atacar o governo, atacar o PT e atacar o Brasil. De escola para bons jornalistas, a Veja transformou-se em depósito da escória do jornalismo. Profisisonais que, em troca do salário, aviltam a própria biografia – esmeram-se em desrespeitar as biografias alheias.

A edição desta semana volta a utilizar uma ferramenta fundamental: a acusação sem provas, o grampo sem áudio. Antes foi aquela palhaçada envolvendo Demóstenes Torres – uma das figuras mais patéticas do Senado – e o Gilmar Mendes (a quem muitos chamam de Gilmar Dantas) num grampo nunca provado, numa interceptação que nunca existiu. Foi uma ação criminosa envolvendo os três – Veja, Gilmar e Demóstenes – com o intuito claro de brecar a ação da Polícia Federal no cerco às ações criminosas que, de uma forma ou de outra, têm guarida em altas esferas…

A Veja, a despeito desta postura reiterada, ainda assim merece anúncios do Governo Federal. Qual a lógica desta insanidade? Já escrevi várias vezes que a Secom do Governo Federal é um depósito tucano, um entulho. Lá, o que não falta é a hipocrisia de quem assume um discurso ético – mas que não sobrevive a um lampejo de seriedade. Se a Dilma quiser mudar o Brasil, deve começar a mudar a perspectiva de um governo que injeta milhões numa publicação – e não é só a Veja, pois o mesmo acontece com o grupo RBS, a Folha, famiglia Marinho, Estadão (que inclusive conseguiu um financiamento privilegiado) – que pratica um jornalismo de esgoto.

Reitero aqui, inclusive, a estranheza de ver que o ‘Núcleo de Mídia’ é coordenado por alguém que num passado não muito distante, se vangloriava de ser anti-petista. Dizem que o Núcleo não manda nada, então a situação é ainda mais ridícula na medida em que mantêm uma estrutura (salas, telefones, funcionários, etc) que não possui valor e nem tem importância. Pior: pagam para alguém anti-petista e que tem ódio por comunicação comunitária e alternativa.

Já propus inclusive que se fizesse algo simples: que se veiculasse em cada anúncio na Veja o valor que o Governo pagou por aquele espaço. Desta maneira, o contribuinte poderia ver como um governo que tanto fez como o do Lula/PT às vezes gasta mal o seu dinheiro. Na verdade o meu dinheiro. O nosso dinheiro.

FONTE: Blog Passe Livre

Conversa Afiada: O problema da #globomente é o Senado. Ela não vai impedir a Ley de Medios

Nunca dantes na História deste país 

Ligo para o Vasco, marinheiro de longo curso, que acabava de atracar na baia de Cabrália.

- Vasco, e a Globo ?

- Alguma novidade ?, perguntou ele, invariavelmente cético.

- Rapaz, o jornal nacional perdeu a compostura. É o Golpe deslavado.

- Alguma novidade ?, ele insiste.

- Pêra aí, agora, é diferente: agora até os jornalistas do jornal nacional vaiam o Ali Kamel.

- Sempre vaiaram, só que não se ouvia.

- Sim, o Ali Kamel manda muito, mas só faz o que o patrão quer  – ou deixa fazer …

- Isso é irrelevante, meu filho, disse o Vasco, já impaciente.

- Como assim, ir-re-le-van-te ?

- A Globo está diante de um problema que jamais enfrentou.

- A perda da audiência, me antecipei.

- Não, meu filho. A perda do Senado.

- Do Senado ?, perguntei incrédulo.

- Veja bem, meu filho. Nunca dantes na História desta República a Globo deixou de controlar o Senado.

- É verdade …

- Perdeu o controle da Câmara, em algumas instâncias, mas o Senado sempre foi a última linha de resistência dela.

- É verdade, Vasco, que bom que você voltou de alto mar.

- A Globo chegou a nomear até seu Senador ad hoc …

- Sim, o Senador Evandro, chefe do escritório da Globo em Brasília.

- Ele é tratado de Senador …

- E agora, Vasco ?

- Agora, o Lula mudou a composição do Senado.

- É verdade, não contaremos com grandes tribunos. Aquele do cartão Visa de Paris, o tenho jatinho porque posso, o eterno Marco Maciel … O que ele pensa, mesmo, hein ?  É … o Lula fez um estrago.

- E aí a Globo perdeu dois movimentos. Primeiro, perdeu a capacidade de fazer leis. E, segundo, perdeu a capacidade de paralisar o Governo no Senado.

- O que significa … paralisar o Governo …

- Significa que a Globo perdeu a capacidade de usar o Senado para desestabilizar a República.

- É verdade.

- E, portanto, de impedir a Ley de Medios.

- É verdade !

- A Dilma vai herdar a maioria que o Lula deixou para ela fazer a Ley de Medios. Ele não fez, mas entregou o legado na bandeja.

- Vasco, qual foi a cachaça que você tomou em alto mar ? Mineira ou baiana ? Você está impossível !

- A Globo não vai poder fazer mais aquele ping-pong com o Senado. O Arthur Virgilio Cardoso denunciava, a Globo ia atrás. A Globo denunciava, o Arthur Virgilio Cardoso ia atrás …

- E com a Veja, com a Folha (*) …

- A última arma que resta à Globo é o jornal nacional.

- E o Ali Kamel.

- Debaixo de vaia.

Pano rápido.

Clique aqui para ler “Bendito 2.o turno”.


Paulo Henrique Amorim


(*) Folha é um jornal que não se deve deixar a avó ler, porque publica palavrões. Além disso, Folha é aquele jornal que entrevista Daniel Dantas DEPOIS de condenado e pergunta o que ele achou da investigação; da “ditabranda”; da ficha falsa da Dilma; que veste FHC com o manto de “bom caráter”, porque, depois de 18 anos, reconheceu um filho; que avacalha o Presidente Lula por causa de um  comercial de TV; que publica artigo sórdido de ex-militante do PT; e que é o que é,  porque o dono é o que é; nos anos militares, a Folha emprestava carros de reportagem aos torturadores.

Conversa Afiada: Até jornalistas do jn vaiam Ali Kamel

Os verdadeiros jornalistas da Globo sentiram nojo

Saiu no Escrivinhador, de Rodrigo Vianna:

O dia em que até a Globo vaiou Ali Kamel


Passava das 9 da noite dessa quinta-feira e, como acontece quando o “Jornal Nacional” traz matérias importantes sobre temas políticos, a redação da Globo em São Paulo parou para acompanhar nos monitores a “reportagem” sobre o episódio das “bolinhas” na cabeça de Serra.


A imensa maioria dos jornalistas da Globo-SP (como costuma acontecer em episódios assim) não tinha a menor idéia sobre o teor da reportagem, que tinha sido editada no Rio, com um único objetivo: mostrar que Serra fora, sim, agredido de forma violenta por um grupo de “petistas furiosos” no bairro carioca de Campo Grande.


Na quarta-feira, Globo e Serra tinham sido lançados ao ridículo, porque falaram numa agressão séria – enquanto Record e SBT mostraram que o tucano fora atingido por uma singela bolinha de papel. Aqui, no blog do Azenha. você compara as reportagens das três emissora na quarta-feira. No twitter, Serra virou “Rojas”. Além de Record e SBT, Globo e  Serra tiveram o incômodo de ver o presidente Lula dizer que Serra agira feito o Rojas (goleiro chileno que simulou ferimento durante um jogo no Maracanã).


Ali Kamel não podia levar esse desaforo pra casa. Por isso, na quinta-feira, preparou um “VT especial” – um exemplar típico do jornalismo kameliano. Sete minutos no ar, para “provar” que a bolinha de papel era só parte da história. Teria havido outra “agressão”. Faltou só localizar o Lee Osvald de Campo Grande. O “JN” contorceu-se, estrebuchou para provar a tese de Kamel e Serra. Os editores fizeram todo o possível para cumprir a demanda kameliana. mas o telespectador seguiu sem ver claramente o “outro objeto” que teria atingido o tucano. Serra pode até ter sido atingido 2, 3, 4, 50 vezes. Só que a imagem da Globo de Kamel não permite tirar essa conclusão.


Aliás, vários internautas (como Marcelo Zelic, em ótimo vídeo postado aqui no Escrevinhador) mostraram que a sequência de imagens – quadro a quadro – não evidencia a trajetória do “objeto” rumo à careca lustrosa de Serra.


Mas Ali Kamel precisava comprovar sua tese. E foi buscar um velho conhecido (dele), o peritoRicardo Molina.


Quando o perito apresentou sua “tese” no ar, a imensa redação da Globo de São Paulo – que acompanhava a “reportagem” em silêncio – desmanchou-se num enorme uhhhhhhhhhhh! Mistura de vaia e suspiro coletivo de incredulidade.


Boas fontes – que mantenho na Globo – contam-me que o constrangimento foi tão grande que um dos chefes de redação da sucursal paulista preferiu fechar a persiana do “aquário” (aquelas salas envidraçadas típicas de grandes corporações) de onde acompanhou a reação dos jornalistas. O chefe preferiu não ver.


A vaia dos jornalistas, contam-me, não vinha só de eleitores da Dilma. Há muita gente que vota em Serra na Globo, mas que sentiu vergonha diante do contorcionismo do  “JN”, a serviço de Serra e de Kamel.


Terminado o telejornal, os editores do “JN” em São Paulo recolheram suas coisas, e abandonaram a redação em silêncio – cabisbaixos alguns deles.


Sexta pela manhã, a operação kameliana ainda causava estragos na Globo de São Paulo. Uma jornalista com muitos anos na casa dizia aos colegas: “sinto vergonha de ser jornalista, sinto vergonha de trabalhar aqui”.


Serra e Kamel não sentiram vergonha.

UOL: Crítica à TV Globo por vídeo sobre Serra fica entre principais tópicos do Twitter

Sob a hashtag #globomente, membros do microblog Twitter fizeram nesta sexta-feira (22) um protesto virtual contra a edição do Jornal Nacional que mostra o presidenciável tucano, José Serra, sendo atingido em dois momentos diferentes durante uma caminhada na zona oeste do Rio de Janeiro, na quarta-feira (20). O assunto foi o segundo mais comentado entre os tuiteiros de todo o mundo.

Na noite de quinta-feira, o principal telejornal do país exibiu uma comparação entre imagens do SBT e outras, captadas pelo telefone celular de um repórter da Folha de S.Paulo, para dizer que Serra foi atingido duas vezes na passagem pelo bairro de Campo Grande, em meio a um confronto entre petistas e tucanos.

O presidenciável, segundo colocado nas pesquisas de intenção de voto, afirmou que um objeto de aproximadamente meio quilo o atingiu na cabeça. As imagens do SBT, que teriam sido captadas em outro momento, mostram apenas uma bola de papel tocando a cabeça do ex-governador de São Paulo.

O perito Ricardo Molina disse ao Jornal Nacional que as imagens foram gravadas em momentos diferentes e que o objeto que teria deixado Serra “grogue”, na narração de aliados dele, era semelhante a uma “fita de rolo”. Ao longo da tarde, outros especialistas e muitos curiosos contestaram a versão.

Em grande parte, os comentários são semelhantes aos feitos na quinta-feira, quando o tópico SerraRojas também ficou entre os mais comentados do microblog. O tema faz referência ao ex-goleiro da seleção chilena Roberto Rojas, que em 1989 cortou o próprio supercílio e simulou uma agressão durante partida no Maracanã.

A TV exibiu a reportagem ao longo de aproximadamente 7 minutos na quinta-feira e informou que usou as imagens de celular porque sua equipe não tinha filmado o momento no qual Serra teria sido atingido por um objeto na caminhada.

A assessoria de imprensa de Serra já tinha negado, antes do Jornal Nacional, que o tucano tivesse sido atingido apenas por uma bola de papel. Um vídeo do SBT exibe esse momento, durante o tumulto. Citando essas imagens, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a candidata à Presidência Dilma Rousseff (PT) criticaram o tucano. O programa da petista no horário eleitoral obrigatório também fez referência ao que chamou de "teatro" do presidenciável tucano.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Maria Frô: Enquanto os doutos discutem a fita crepe internautas fazem autópsia da bolinha de papel do jornalismo pigueano

Eles não combinaram a farsa e aí ninguém sabe direito onde foi que bateu a bolinha de papel (ou a fita crepe transparente da Folha) no cocuruto do Serra Rojas.

Câmeras do SBT mostram claramente que uma bolinha de papel atingiu a parte lateral da cabeça de Serra, o médico, ex-secretário do César Maia, aponta um lugar próximo ao visto na imagem do SBT, a fita crepe do foneticista Molina (que raio um foneticista sabe de análise de imagens?) mais ou menos próxima ao mesmo local da imagem do SBT (embora ele esteja analisando um vídeo que supostamente mostre um objeto jogado na lateral oposta da careca de Serra Rojas), daí vem a mágica #durexfactsbyGlobo com o vídeo borrão da Folha e faz o tal do objeto virar OVNI (é transparente, ninguém viu onde foi lançado). Finalmente, Serra que percebeu a bolinha de papel não sentiu um objeto pesado (segundo Índio da Costa com 2kg e segundo o próprio Serra com 0,5kg, põe a mão na frente do cocuruto!) Vamos combinar, né? Para manipular tem de se esforçar mais:

E internauta que não é besta como o Marcelo Zelic faz o trabalho de casa que jornalista que já decretou a morte do jornalismo não faz, o vídeo abaixo é excelente pra mostrar a desmontagem da farsa Globo-Folha:
 
 
O que realmente Serra que esconder com a tomografia da fita crepe além de sua campanha baixaria é o conteúdo da bolinha de papel (descoberta por um internauta :) e mais do que nunca, quer esconder a operação caribe, estúpido!

FONTE: Blog Maria Frô