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sábado, 30 de outubro de 2010

Eu Prefiro a Verdade dos Maus ante a Hipocrisia dos que se dizem do Bem

Ontem durante o último debate dos presidenciáveis na *globo, uma pergunta foi formulada sobre corrupção. Os dois candidatos responderam sobre esse tema que é infelizmente comum á vida pública. Porém afirmo que a corrupção não se restringe apenas a vida pública. 

Está entranhada no dia a dia da população de uma maneira bem comum, fazendo parte do jeitinho brasileiro e vai desde um "gato" na rede elétrica, passando por "propinas" para facilitar algum documento em órgãos públicos como os "detrans", ou um ponto a mais na tv a cabo. Exemplos não faltam. 

Leva-se a coisa para o âmbito de um mundo onde as cifras nos negócios envolvem milhões e bilhões, soma-se a isso a vaidade humana; o jogo de poder e entende-se o quanto seus personagens estarão seduzidos, simplesmente pela ganância e ambição pessoal doentia.

Voltando ao debate, ví um Serra hipocrita respondendo aquilo que é lindo na pregação, mas que passa kilometros de distância de sua convicção e prática pessoal. Serra diz uma coisa e faz outra. Ele é corrupto e conivente com a corrupção. Tem o desplante de afirmar que o exemplo deve ser dado por quem está no comando. Ah tá, entendido cara pálida. Isso responde o mar de lama que há em SP. O exemplo vem de cima.

Dilma foi bem mais realista. Disse que a corrupção existe sim e que o mais importante é investigar, julgar e punir. Criar cada vez mais instrumentos capazes de reprimir a prática lesiva ao povo e ao país de maneira geral. Afirmou que o Governo atua com rigor absoluto nessa questão independentemente de quem seja atingido. E vimos o quanto pesos pesados viram-se envoltos nas investigações da Polícia Federal nos últimos 8 anos.

A hipocrisia e a desfaçatez são a maior arma de ladrões e assassinos que empesteiam os presídios pelo mundo. Muitos não estão nos presídios. Vestem terno e gravata e comandam máfias disfarçadas de govenos.
 

 
*globo é uma rede de televisão brasileira golpista e corrupta que não é mais sintonizada na minha casa!

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Tucanos em SP por 16 Anos: Competência? Não, Corrupção!!

Ainda não sei bem o que está acontecendo com o PIG, evidentemente aliado e de rabo preso com o candidato adversário e que representa a oposição ao Governo Lula, José Tomografia Serra.

Até os pombos que infestam a Praça da Sé em São Paulo sabem que em 16 anos de Governo Tucano no controle da locomotiva da Nação, não tem como negar que há uma vasta rede de corrupção espalhada e enraizada por todos os campos de atuação da administração pública.

Nem o mais inocente habitante desta metrópole pode acreditar que eles, os tucanos de bico grande, são o supra-sumo da gestão administrativa coroados e banhados nas águas cristalinas da ética e honestidade.

Quem olha São Paulo, cidade e estado, não pode ser medíocre o suficiente para admitir que a roubalheira aqui não corre solta ao ponto de fazer Adhemar de Barros e Paulo Salim Maluf tornarem-se aprendizes de trombadinhas. Está claro como a luz do sol que a máfia corrupta instalada no poder paulista é de uma sede voráz e detentora de capacidade de destruição sem precedentes, tamanha insaciabilidade que eles comportam.

Ande por aí e perceba na sua cara á luz do dia, a vergonha explícita em forma de riqueza e explendor. Até aqui foram muito bem amparados pela mídia golpista em troca de muitos milhões de reais. Mas o tempo passa e o que está encoberto um dia aparece aos olhos do povo. Só não vê quem não quer!

Abaixo post do Conversa Afiada:

Metrô: turma do Serra teve
US$ 10 mi bloqueados na Suiça


    Essa é sua turma "Ficha Limpa", Serra ?

    Extraído do blog Os Amigos do Presidente Lula:

    Irmão do presidente do Metrô, na gestão Serra, teve US$ 10 milhões bloqueados na Suíça

    O escândalo de corrupção na licitação do Metrô de São Paulo, de certa forma, era anunciado, para quem acompanha a escalada de abafamento e impunidade da corrupção tucana em São Paulo.

    Em 2009, o ex-secretário estadual de transportes metropolitanos, Jorge Fagali Neto, teve uma conta na Suíça com pedido de bloqueio pela Justiça de São Paulo, devido ao rastreamento do dinheiro de propinas da Alstom, por contratos com o Metrô.

    Até o Jornal Nacional, da TV Globo foi obrigado a noticiar o sequestro das contas, mas escondeu que o irmão do titular das contas é o atual presidente do Metrô, desde a gestão José Serra no governo paulista.


    Mesmo assim, com esse pedido de sequestro dessa conta milionária na Suíça, o então governador José Serra manteve José Jorge Fagali na presidência do Metrô, o irmão de Jorge Fagali Neto.

    Por que José Serra abafou a corrupção no Metrô, no escândalo da Alstom?

    Por que impediu que CPI’s na Assembléia Legislativa investigasse?

    Por que não fez uma rigorosa auditoria no Metrô?

    Um irmão de alguém com 10 milhões de dólares bloqueados na Suíça, vindos de propinas justamente dos contratos com o Metrô, não deveria ser considerado impedido eticamente, para dirigir a empresa? E sem condições para mandar investigar internamente um escândalo destes contra seu próprio irmão?

    Que rabo preso tem José Serra com estes escândalos, para não apurar e não afastar as pessoas? São perguntas inquietantes que a nação brasileira quer saber.

    FONTE: Conversa Afiada

    Eleições: Quando o Bandido agora é Santo

    Estava hoje ouvindo rádio quando entrou no ar um direito de resposta do Serra á candidata Dilma autorizada pelo TSE. O mentiroso vem a público na maior cara lavada afirmar que é o pai da honestidade e que sua oponente está fazendo uma campanha baseada na mentira e no baixo nível.

    Está tudo invertido nessas eleições. A banana está comendo o macaco. A hipocrisia está vencendo a verdade. 
    Não sei se responder por pelo menos 17 processos na Justiça, pode atestar que alguém seja honesto, mesmo que não haja julgamento de culpa. Mas o simples fato de estar na justiça já é algo relevante.

    São por essas e outras que as pessoas odeiam política e acabam por afastarem-se desse submundo obscuro, mas o duro é que essas pessoas com seus títulos de eleitores e amestrados pela mídia golpista, ainda votam em medíocres desse tipo. 

    O sentimento de ódio e mentiras contra qualquer coisa do Lula, Dilma e PT está tão profundamente enraizado que uma boa parcela da sociedade vai ao pleito de domingo apertar o botão que não seja o 13, independentemente do que venha a ser o seu futuro.

    Abaixo Artigo do Miro

    Dossiê Serra: saúde terceirizada (1)

    Por Altamiro Borges

    Na propaganda eleitoral de rádio e TV, nos debates e nas suas andanças pelo país, o demotucano José Serra mostra São Paulo como se fosse o “paraíso na terra”, um modelo de gestão eficiente e vitorioso. Tudo funciona em perfeita harmonia – educação, saúde, transporte, segurança pública, habitação. Um desavisado seria induzido a pegar um avião da Europa direto para Congonhas ou Cumbica para curtir o “primeiro mundo”. Sorte que lá não passa a falsa propaganda do Serra.

    Para os paulistas que vivem do trabalho – e não do rentismo e das migalhas jogadas à parcela da classe média que come mortadela e arrota caviar – esse cenário paradisíaco não existe. É obra de marqueteiro, que exibe o invólucro bonito e esconde o conteúdo podre. Tanto que já no primeiro turno da eleição, Dilma Rousseff obteve vitória nos bairros da capital e cidades mais carentes do interior. Serra, blindado pela mídia e com forte aparato, só venceu com folga nas áreas ricas.

    O caos nos hospitais

    Nesta série de artigos na reta final da eleição a idéia é mostrar os estragos causados pelas gestões tucanas em São Paulo. O PSDB detém a hegemonia no estado há 16 anos – por razões que serão apontadas no final da série. Com a eleição de Alckmin para governador, o partido completará 20 anos de domínio total do estado – logo ele que fala tanto em alternância no poder para fustigar o presidente Lula. Este pequeno dossiê visa denunciar o que a mídia demotucana oculta e ofusca.

    Os efeitos mais graves do “modelo tucano de governar” se manifestam nas áreas sociais. Apesar de José Serra se jactar tanto dos seus feitos na saúde, o quadro em São Paulo é dramático. É só ir a um hospital público ou centro de saúde para esbarrar em pessoas, crianças e idosos, espalhadas em macas pelos corredores, gemendo pelos cantos, aguardando horas em filas quilométricas. Os médicos e enfermeiros, com seus péssimos salários, angustiam-se sem poder atender a demanda.

    Corte nos investimentos

    As carências na área decorrem da política de “ajuste fiscal” dos tucanos, com os seus constantes cortes de verbas. Pelo firmado no Sistema Único de Saúde (SUS), uma conquista da sociedade – consagrada na Constituição de 1988 e que passou a vigorar somente em 2000 –, os estados devem aportar, no mínimo, 12% das suas receitas líquidas neste setor vital. São Paulo, apesar de ser o estado mais rico da federação, não tem cumprindo com sua responsabilidade nesta área.

    Para driblar os 12% fixados na Constituição, os governos tucanos baixaram decreto ampliando o conceito sobre investimentos na saúde, incluindo gastos na Agricultura, Gestão Pública e até na Justiça. No orçamento de 2010, os investimentos específicos na saúde foram de apenas 9,6% da receita. Com esta manobra contábil, os recursos são desviados para outros fins, como pagamento de aposentadoria ou no programa Viva Leite. Entre 2001 e 2009, o governo deixou de aplicar R$ 4,1 bilhões na saúde da população. Esse montante seria o suficiente para construir 82 hospitais

    Terceirização criminosa

    Para reduzir ainda mais os investimentos na saúde, os tucanos também inventaram as chamadas Organizações Sociais. Sem licitação pública ou mecanismos rígidos de fiscalização, o que abre brechas para inúmeras maracutaias, estas estranhas “organizações sociais” administram hoje 23 hospitais, todos os laboratórios e mais de uma dezena de ambulatórios especializados. Com o tempo, esta terceirização “disfarçada” da saúde pública deve gerar graves problemas sociais.

    Em 2010, elas receberão R$ 1,96 bilhão (51,2% da verba total do setor), enquanto todo o restante gerido diretamente pelo estado receberá R$ 1,97 bilhão (48,8% da verba pública). Quem garante que os recursos serão usados no atendimento à população, que não serão desviados para engordar os lucros dos novos capitalistas do setor ou para financiar as campanhas tucanas? Enquanto isto, a população sofre com o péssimo atendimento e os servidores têm os seus salários arrochados.

    Piora nos indicadores

    Os indicadores revelam o crescimento das doenças medievais no estado. Em 2001, 2002 e 2006 ocorreram epidemias de dengue e a infecção pelo mosquito foi registrada em 75% das cidades – em 249 municípios. A própria Secretaria de Saúde estima a existência de 580 mil portadores crônicos do vírus da hepatite B e 420 mil de hepatite C. Há também deficiências nos programas de vigilância sanitária, vacinação, combate às endemias e no controle e uso do sangue. Já o número de leitos hospitalares teve queda de 11,5% na sua ocupação entre 2003 e 2006.

    Ao mesmo tempo, cresce o número de doenças decorrentes da falta de saneamento, em especial na região metropolitana. As doenças diarréicas passaram de 403 mil, em 2004, para 617 mil, em 2007. A piora geral nas condições de saúde decorre do baixo investimento neste setor. São Paulo até possui uma extensa rede do SUS de serviços ambulatoriais e hospitalares, com mais de 4 mil unidades básicas, 1.277 unidades de atendimento de especialidades e 680 hospitais. Mas toda ela tem sido sucateada nos últimos anos, o que ocasiona a redução dos atendimentos.

    FONTE: Blog do Miro

    terça-feira, 26 de outubro de 2010

    Sinceramente Esgotado

    Já quase não tenho estomago para ouvir rádio, muito menos televisão e nem mesmo a internet. Nojo, simplesmente nojo me invadiu de ontem pós-debate para hoje. Twitter, portais, blogosfera... tudo está me deixando lamentavelmente esgotado. Essa campanha eleitoral já deu o que tinha que dar. Abaixo post da Jornalista Hildegard Angel em seu blog explica essa energia pesada que paira na atmosfera nacional.

    Torcendo para essa campanha acabar logo e o Brasil voltar à paz


    Esta campanha, na base das ofensas, da deselegância, da desqualificação desrespeitosa da candidata do governo, das manchetes espetaculares, muitas vezes na contra-mão do próprio conteúdo das matérias, está fazendo muito mal ao país. Nem na eleição tão polarizada de Collor, com aquela edição vergonhosa de debate e tudo, foi assim. Se formos procurar paralelo, vamos ter que ir lá atrás, quando o Brasil esteve literalmente dividido entre direita e liberais, devido às campanhas odientas da UDN (leia-se Carlos Lacerda, que chamava todo mundo de "ladrão") contra o PSD e o PTB. Foi...
    Assim é agora. Uma campanha que contrapõe a dita elite aos excluídos, os assim considerados letrados aos pouco preparados,  os nobres aos plebeus, os preconceituosos aos rejeitados. Uma campanha que afasta as pessoas, separa amigos. Nunca vi tantos cortarem relações com amizades antigas como agora. É ao que leva uma campanha com esse teor de ódio. Uma campanha do ressentimento e da baixeza. Aí fico até pensando que, em 2006, quando se uniram num comitê  de tucanos vips e não permitiram que José Serra fosse o candidato a enfrentar Lula, preferindo Geraldo Alckmin, Fernando Henrique Cardoso, Aécio Neves e Tasso Jereissati estavam sendo premonitórios. Vai levar tempo para serem reparados tantos estragos agora feitos, longo tempo para que o Brasil reencontre seu equilíbrio...

    Vejam, no flagrante abaixo, até onde pode ir a mistificação...
     

    O que é o desespero. Além do bombardeio de mails ofensivos, dos panfletos apócrifos e do uso até de telemarketing para disparar telefonemas com mentiras sobre a candidata Dilma, vejam a novidade de hoje, nessa reta final de campanha: adesivos falsificados Dilma 45 e tweets idem, #Dilma45, querendo induzir o eleitor do PT a errar, trocando o 13 pelo 45, de Serra. A foto foi feita pelo twiteiro @SeoCruz para o site Espalhe a Verdade...

    Hildegard Angel é uma das mais respeitadas jornalistas do Rio de Janeiro. Durante mais de 30 anos foi colunista no jornal O Globo, quer cobrindo a sociedade (com seu nome e também com o pseudônimo Perla Sigaud), quer cobrindo comportamento, artes e TV, tendo assinado por mais de uma década a primeira coluna de TV daquele jornal. Nos últimos anos, manteve uma coluna diária no Jornal do Brasil, onde também criou e editou um caderno semanal à sua imagem e semelhança, o Caderno H. Com passagem pelas publicações das grandes editoras brasileiras - Bloch, Três, Abril, Carta, Rio Gráfica - e colaborações também em veículos internacionais, Hildegard talvez seja a colunista social com maior trânsito no país