Penso, logo existo! Esse é meu espaço para opinar sobre assuntos e temas variados. Não me deixo levar por idéias contrárias que não tenham base de sustentação. As aparências e algumas "informações" enganam. Não pertenço a pequenos grupos, mas a uma "Grande Nação" e isso é maior que tudo. "Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma" - Joseph Pulitzer
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terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
Paulo Morani: Dilma aparecerá na frente, em próxima pesquisa!
"Ancelmo Góis sinaliza que Montenegro e o IBOPE "podem estar errados", e avisando que o Montenegro pode ficar sozinho nessa."
Paulo Morani
Há cerca de 30 dias atrás, neste blog, afirmei que Dilma ira aparecer em empate técnico, com Serra. Adivinhação? Não. Um pouco de análise dos noticiários, e "um muito" de INTUIÇÃO.
Usando as mesmas ferramentas, AFIRMO agora que Dilma irá aparecer "ainda um pouco" à frente de Serra. Explico.
O Globo (ou será O Goebbels) de HOJE, domingo dia 6 de fevereiro, trás na primeira página o óbvio que vem negando a sete anos. Diz a manchete " Classe C do Brasil já detém 46% da renda" e por dentro revela que isso aconteceu de 2003 até hoje. Qual o significado disso, além de reconhecer o óbvio da verdade? É a preparação para que seus ETERNOS leitores hávidos por ver o Governo LULA desabar, se conformem, não só com a derrota de Serra, já começando a se desenhar, como talvez uma desistência do mesmo em concorrer.
Outro fato importante é, novamente colocarem o trombone para FHC tocar. "O farol de Alexandria" sobe o tom, de novo, e vem com a velha cantilena de que o governo atual é continuação do dele. Diz que o que deu certo até agora é porque ele plantou e, pasmem, credita a LULA a culpa do fracasso dos dois ultimos anos de seu governo, com inflação nos píncaros, credibilidade internacional abaixo de zero, dólar na estratosfera, FMI mandando "arrochar a economia" e, num desatino total, diz que a PETROBRÁS foi " modernizda em seu governo" quando sabemos que só não foi privatizada pela reação firme do povo e dos Sindicatos dos Trabalhadores (leia-se FUP, greve de 95, etc.)
Mas vem para à luz com a discussão dois pontos que reforçam a afirmação do título desse texto.
1) Diz que não se governa pelo retrovisor, não se olha para o passado.
2) E, num arroubo juvenil e "ALOPRADO" DIZ QUE A "BRIGA É BOA" se houver comparação entre os governos dele e atual, CONTRARIANDO TOTALMENTE a estratégia do PSDB, que é fugir do plebiscito, ou seja, do debate entre os dois modos de governar.
Ancelmo Góis sinaliza que Montenegro e o IBOPE "podem estar errados" e avisando que o Montenegro pode ficar sozinho nessa.
E, por último o Elio Gáspari (ainda não sabemos o chapéu que usa, como diz PHA) DESANCA o Serra, e me dá a certeza DEFINITIVA de que Dilma aparecerá em próxima pesquisa, à frente de Serra.
Para não perder o mote, nem dar o braço a torcer, a Veja trás uma reportagem de capa dizendo que o alagão de S. Paulo "é uma conjugação de fatores" e tenta, "salvar" o Serra.
O cenário está pronto. Vem aí uma pesquisa com Dilma na frente. E a "grande imprensa" vai começar a recolher o trem de pouso e amenizar os ataques. Afinal, podem ser tudo, menos burros.
Quem viver, verá!
Paulo Morani
6 de feveriero de 2010
FONTE: Blog do Paulo Morani
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Dilma sobe nas pesquisas e no PIG é só xororô
Cada dia que passa e a cada nova pesquisa, navegar pelas páginas do PIG é de cortar o coração.
A choradeira é generalizada. Pelos blogs dos cães raivosos do PIG então, nem se fala.
Pegam pesado de tal maneira, que a salada mista nos argumentos que fazem a cabeça, corações e mentes dos seguidores pignianos chega a ser deprimente.
A coisa vai desde caça aos comunistas, passando por Chaves e Fidel, descamba para a economia dos Brics citando o Brasil como um dos piores (sic), resvala na excelente (sic) administração de Yeda Crusius - PSDB/RS e volta para São Paulo, buscando enaltecer feitos da dupla dinâmica, Batman&Robin PSDB/DEMo. É o verdadeiro samba do criolo doido!
A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Roussef, voltou a comentar nesta terça-feira o resultado da pesquisa CNT/Sensus divulgada ontem que apontou o crescimento da aprovação de sua provável canditaura à Presidência da República. Após a cerimônia de abertura dos trabalhos legislativos no Congresso Nacional, Dilma disse que "na vida, a gente não sobe em salto alto."
O levantamento encomendado pela Confederação Nacional dos Transportes (CNT) apontou que a ministra subiu em pesquisa de intenção de voto e chegou a um empate técnico com o governador de São Paulo, José Serra (PSDB). No principal cenário, Dilma alcança 27,8% da preferência em janeiro, contra 33,2% de Serra. O deputado Ciro Gomes (PSB-CE) ficou com 11,9% e a senadora Marina Silva (PV-AC) tem 6,8%.
Em novembro do ano passado, na última edição da pesquisa do Instituto Sensus, Serra tinha 31,8% das intenções, Dilma ficava com 23,5% e Ciro Gomes, com 17,5% dos possíveis votos.
O vice-presidente da República José Alencar também falou sobre a candidatura de Dilma ao Palácio do Planalto. "Vai ser bom para o Brasil em todos os sentidos. Os brasileiros desejam que o trabalho do presidente continue, e ela é a segurança da continuidade desse trabalho", disse.
Questionado sobre seu futuro político e sobre uma eventual candidatura este ano, Alencar disse que "ainda está cedo", mas afirmou que há uma "possibilidade".
Participaram também da cerimônia no Congresso, os presidentes na Câmara do Deputados, Michel Temer (PMDB), do Senado Federal, José Sarney (PMDB), e o presidente do Supremo Tribunal Frederal, Gilmar Mendes.
Fonte: Redação Site Terra
A choradeira é generalizada. Pelos blogs dos cães raivosos do PIG então, nem se fala.
Pegam pesado de tal maneira, que a salada mista nos argumentos que fazem a cabeça, corações e mentes dos seguidores pignianos chega a ser deprimente.
A coisa vai desde caça aos comunistas, passando por Chaves e Fidel, descamba para a economia dos Brics citando o Brasil como um dos piores (sic), resvala na excelente (sic) administração de Yeda Crusius - PSDB/RS e volta para São Paulo, buscando enaltecer feitos da dupla dinâmica, Batman&Robin PSDB/DEMo. É o verdadeiro samba do criolo doido!
Na vida, não se sobe em salto alto, diz Dilma sobre CNT/Sensus
- Claudia Andrade
- Direto de Brasília
A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Roussef, voltou a comentar nesta terça-feira o resultado da pesquisa CNT/Sensus divulgada ontem que apontou o crescimento da aprovação de sua provável canditaura à Presidência da República. Após a cerimônia de abertura dos trabalhos legislativos no Congresso Nacional, Dilma disse que "na vida, a gente não sobe em salto alto."
O levantamento encomendado pela Confederação Nacional dos Transportes (CNT) apontou que a ministra subiu em pesquisa de intenção de voto e chegou a um empate técnico com o governador de São Paulo, José Serra (PSDB). No principal cenário, Dilma alcança 27,8% da preferência em janeiro, contra 33,2% de Serra. O deputado Ciro Gomes (PSB-CE) ficou com 11,9% e a senadora Marina Silva (PV-AC) tem 6,8%.
Em novembro do ano passado, na última edição da pesquisa do Instituto Sensus, Serra tinha 31,8% das intenções, Dilma ficava com 23,5% e Ciro Gomes, com 17,5% dos possíveis votos.
O vice-presidente da República José Alencar também falou sobre a candidatura de Dilma ao Palácio do Planalto. "Vai ser bom para o Brasil em todos os sentidos. Os brasileiros desejam que o trabalho do presidente continue, e ela é a segurança da continuidade desse trabalho", disse.
Questionado sobre seu futuro político e sobre uma eventual candidatura este ano, Alencar disse que "ainda está cedo", mas afirmou que há uma "possibilidade".
Participaram também da cerimônia no Congresso, os presidentes na Câmara do Deputados, Michel Temer (PMDB), do Senado Federal, José Sarney (PMDB), e o presidente do Supremo Tribunal Frederal, Gilmar Mendes.
Fonte: Redação Site Terra
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
Pesquisa CNT/Sensus - Há tranferência de voto de Serra para Dilma
Berzoini: Há transferência de voto de Serra para Dilma
Eliano Jorge
Ele se refere ao resultado da pesquisa de intenção de voto realizada pelo Instituto Sensus e encomendada pela Confederação Nacional do Transporte, divulgado nesta segunda-feira, 1°. Apesar do empate técnico, a (pré)candidata governista aparece pela primeira vez à frente do antes líder disparado, o governador paulista José Serra, do PSDB.
- Não foi uma transferência de indecisos, uma transferência do Ciro (Gomes, deputado do PSB), tudo indica que foi uma transferência direta de Serra para Dilma, à medida em que as pessoas sabem: "Ah, mas Dilma é a candidata de Lula, Dilma é a candidata que vai dar continuidade às políticas do atual governo" - interpreta Berzoini.
Claramente contente ao ser informado dos números da pesquisa, embora ponderado e sem as alfinetadas recentes à oposição, Berzoini também valoriza o método do levantamento de opiniões eleitorais. "A pesquisa espontânea tem uma importância muito grande nesta etapa porque são as pessoas que já estão decididas em quem votar e só mudariam o voto em hipótese muito remota", afirma.
O parlamentar petista considera que a queda de Ciro Gomes na pesquisa se deve à popularização da ministra. "Acho que o conhecimento maior de que o candidato do Lula é a Dilma faz se posicionarem as pessoas que têm afinidade com o governo Lula", opina.
Ele insiste no aumento da visibilidade: "A pesquisa mostra que o nível de conhecimento sobre a pré-candidatura da Dilma é cada vez maior", diz Berzoini, acrescentando que, "hoje, em torno de 60 a 65% da população já devem saber que ela é candidata".
Veja íntegra da entrevista.
Terra Magazine - O senhor viu o resultado da pesquisa recém-publicada da CNT/Sensus, em que, na modalidade espontânea, o empate técnico traz a ministra Dilma Rousseff à frente do governador José Serra?
Ricardo Berzoini - Não, não vi. A pesquisa de dezembro da Vox Populi já dava isso na espontânea, com 8% para cada um. Agora está em quanto?
Agora, a ministra com 9,5% e o governador com 9,3%. Como o senhor avalia isso? Bom sinal. A pesquisa espontânea tem uma importância muito grande nesta etapa porque são as pessoas que já estão decididas em quem votar e só mudariam o voto em hipótese muito remota. E normalmente são também pessoas muito interessadas em política, que conversam sobre política com amigos, com colegas de trabalho e com a família, e conseguem irradiar esse posicionamento para outros segmentos.
Mas há um indício de que não seria tanto assim (interessadas em política) porque o presidente Lula aparece em primeiro nestas intenções espontâneas. Sim, mas veja bem: o espontâneo do Lula é o espontâneo menos informado. São pessoas que não sabem que ele não será candidato. O espontâneo que fala "Dilma" é quem já sabe que ela é candidata. E, hoje, em torno de 60 a 65% da população já devem saber que ela é candidata.
A ministra Dilma aparece com a menor rejeição, ultrapassando o governador Serra... Essa pergunta de rejeição da Sensus é diferente da pergunta de rejeição que outros institutos fazem. Na da Vox Populi, em dezembro, nenhum candidato teve mais do que 12% de rejeição porque a pergunta é "Em quem você não votaria em hipótese alguma?". Essa pergunta da Sensus é "Em quem você não votaria?", o que muita gente interpreta como o inverso de "Em quem você votaria?". Então, acaba dando uma distorção de todos também.
É, a senadora Marina Silva aparece com a maior rejeição... Exatamente pela pergunta. A pessoa falaria: "Eu não votaria na Marina, mas não é que não votaria em hipótese alguma; não votaria porque não conheço bem..." Normalmente o candidato menos conhecido é prejudicado por esta pergunta. A Dilma já chegou, numa dessas edições, a liderar a rejeição, acho que foi da Sensus anterior. De qualquer maneira, a pesquisa mostra que o nível de conhecimento sobre a pré-candidatura da Dilma é cada vez maior.
A que o senhor atribui as quedas percentuais referentes ao deputado Ciro Gomes e ao governador José Serra? Acho que o conhecimento maior de que o candidato do Lula é a Dilma faz se posicionarem as pessoas que têm afinidade com o governo Lula. No caso do Serra, acho que tem ali um voto que aparece na pesquisa pró-Serra que é um voto de recall. À medida em que as opções vão transparecendo para a população - o que é votar em Serra e o que é votar em Dilma -, é óbvio que as pessoas podem mudar o voto. Eu não tenho a intenção de voto desta pesquisa, mas vi a da Vox Populi e Band, parece que houve uma transferência direta do Serra para a Dilma. Não foi uma transferência de indecisos, uma transferência do Ciro, tudo indica que foi uma transferência direta de Serra para Dilma, à medida em que as pessoas sabem: "Ah, mas Dilma é a candidata de Lula, Dilma é a candidata que vai dar continuidade às políticas do atual governo". Aí as pessoas começam a se posicionar, na minha opinião.
Já havia um acirramento entre PT e PSDB nas últimas semanas. Como o senhor pensa que será a partir de agora, depois desta pesquisa? É uma típica eleição polarizada. E eleição polarizada tende a se acirrar ou no aspecto programático ou, às vezes, até no calor das declarações. A nossa visão é que, para nós, é melhor trabalhar no acirramento programático, ou seja, discutir com bastante intensidade o que é o Projeto Lula, a Dilma, e o que é o Projeto Serra, com suas relações com Fernando Henrique, com PDSB, com DEM.
O PSDB continua declarando, como vem fazendo desde o final do ano passado, apesar do crescimento da ministra Dilma nas pesquisas, que a subida dela é normal e não os preocupa. Como o senhor vê isso? Acho que é uma declaração, digamos, formal. Porque evidentemente eles teriam uma avaliação de que o Serra seria favorito à eleição e estão vendo que, com o avanço do ano eleitoral, a população vai analisando com mais profundidade. Respeito a avaliação deles, mas entendo que é uma declaração formal.
Os tucanos acreditam que a ministra Dilma está sendo mais exposta e antecipando sua campanha - tanto que já entraram com processos contra isso -, enquanto o governador ainda não faz campanha e, quando fizer, o quadro mudará, ele crescerá em detrimento dela. Qual é sua opinião sobre esta hipótese? Sou daqueles que acham que nenhum dos dois faz campanha hoje. Eles estão fazendo atividade administrativa normal, que inclui atos de inauguração, atos de apresentação e avaliação de programas, visitas às obras. Isso é normal em qualquer eleição, em qualquer ano eleitoral, que quem está ocupando cargo público trabalhe com aquela atividade como se fosse um outro ano, não precisa nem acelerar nem desacelerar. Como a Dilma já vinha, no ano passado, muita ativa - estou acompanhando a ministra desde 2007, em várias atividades - então nós temos a convicção de que ela está realizando a sua atividade normal. E acho que o governador de São Paulo também.
Fonte: Terra Magazine
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