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quarta-feira, 6 de outubro de 2010

TERRORISMO: A eleição mais suja que o Brasil já viu

Incrível. Recebí telefonema há pouco de uma amiga estarrecida com o teor de um e-mail recebido por ela, cujo pseudo-autor é Presidente do CREA. Ela me enviou o tal e-mail que parei de ler antes da metade pois é nítido que nenhum Presidente de qualquer instituição séria enviaria para o Presidente da República palavras e têrmos tão pesados por mais insano que fosse. 

Para quem tiver estômago procure nos sites de busca a palavra Otacílio M. Gumarães e Carta Aberta ao Presidente da República e vejam a que ponto chega a insanidade mental de determinados componentes reacionários de nossa sociedade.

Como relatei antes, não tive estômago para terminar a leitura e fui pesquisar na própria internet e encontrei o que já imaginava. Trata-se de uma mentira deslavada e o Presidente do CREA-CE cujo nome verdadeiro é Otacílio Borges Filho emitiu nota á imprensa sobre tal conteúdo.

Mas até aí a "coisa" já foi jogada no ventilador e para os mais leigos e principalmente classistas e separatistas o importante é que alguém lavou a alma ao falar mal de Lula e do PT, e aquilo que é uma mentira passa a ser verdade absoluta na cabeça das pessoas.

Porém o buraco é mais embaixo. As eleições deste ano sem a menor sombra de dúvidas é a pior, mais baixa, mais desavergonhadamente preconceituosa, infâme e separatista que já se ouviu falar na história brasileira, quiçá mundial. Beira as raias da loucura.

Em seguida fui ao Blog do Eduardo Guimarães e me deparei com o post abaixo. Estamos vivendo um momento delicadíssimo da democracia brasileira. Estamos sentados sobre barril de pólvoras e nem estamos percebendo o quanto a ordem pública e a sociedade como um todo está ameaçada.

O Terrorismo de Imprensa somado ao reacionarismo de direita na figura do candidato Serra, ultrapassaram de longe todos os limites possíveis e imagináveis.

Bullying eleitoral


Estou impressionado com um caso relatado pelo amigo Arnóbio Rocha, tuiteiro com quem dividi os corredores do hospital em que minha filha Victória e Letícia, uma das filhas dele, estiveram internadas ao mesmo tempo há alguns meses.

Esse caso dá uma idéia das barbaridades que estão sendo praticados nesta campanha eleitoral, que pode passar à história como uma das mais sujas que este país já viu depois da redemocratização.
Vale relatar que tudo se deve ao candidato da mídia, bem como a própria, não estarem aceitando limites sobre o que usar para vencer a eleição presidencial.

Arnóbio relata, via Twitter, bullying  que uma de suas filhas sofreu na escola em que estuda devido aos seus pais serem eleitores declarados de Dilma Rousseff.

O caso me parece extremamente grave. Inaceitável numa democracia. Este é o primeiro relato de dois que pretendo fazer hoje sobre o clima que o candidato José Serra, o jornal Folha de São Paulo, a Rede Globo, o Estadão e a revista Veja, entre outros, estão impondo ao país.

Arnóbio começa seu relato explicando o que é bullying: “Um termo em inglês utilizado para descrever atos de violência  física ou psicológica, intencionais e repetidos, praticados por um indivíduo (bully – «tiranete» ou «valentão») ou grupo de indivíduos com o objetivo de intimidar ou agredir outro indivíduo (ou grupo de indivíduos) incapaz(es) de se defender.

Segundo Arnóbio, sua filha de 9 anos estuda em uma escola cristã de classe média de São Paulo e foi vítima de “bulliyng pesado” por “defender Dilma”.  Teria sido importunada por coleguinhas cujos pais votaram em Serra, que debochavam dela alegando que o tucano teria “vencido” o primeiro turno e Dilma, “perdido”.

A garota, segundo o relato, teria revidado dizendo que havia “mais eleição” pela frente – bela resposta para uma criança de nove anos. Todavia, naquele momento os coleguinhas começaram a gritar “Dilma Assassina”, e que ela “foi presa”, que “roubava” e que “mata crianças”.

Agora a parte mais revoltante e assustadora: a filha de Arnóbio diz ter sido caçada, encurralada e recebido socos e pontabés, além de os agressores terem pisado na mochila dela enquanto gritavam insultos e deboches.

Quando a mãe da menina foi buscá-la na escola, encontrou a filha aos prantos tentando relatar  a agressão que sofrera.

Ainda segundo meu companheiro de hospital – alguém que tem a filha primogênita, de doze anos, sofrendo de leucemia -, este é o perfil dos pais dos alunos da tal escola: curso superior e salários, em média, de R$12 a 15 mil.

Arnóbio ainda assevera que “Nem em 1989 Collor ousou pregar o ódio de forma tão aberta” e que “Transformaram as eleições num inferno, em São Paulo”. E conclui dizendo que “não dá mais para ficar calado”.

Na classe da vítima dessa nova forma de bullying inventada pela campanha de Serra, o “bullying eleitoral”, dos 21 alunos 4 dizem que os pais votam em Dilma e todos estão sendo vítimas dos demais.

Arnóbio não quer revelar o nome da escola, no que julgo que está certo. Mas só até o ponto em que essa instituição tomar providências. Se tal não ocorrer, penso que ele deve tomar uma atitude. Não denunciar essa barbaridade equivale a aceitar ter a sua liberdade de expressão e de opinião desrespeitada.

Aguardemos…

FONTE: Blog da Cidadania

sábado, 25 de setembro de 2010

Imprensa Brasileira não é só Golpista. É também Terrorista!

              Abaixo post do Blog Acerto de Contas comentando a morte anunciada pelo PIG, do Senador Romeu Tuma que segue internado em São Paulo. 
              Essa é apenas mais uma prova do nível de apuração do que será noticiado no PIG. Não há apuração, simples assim. 
              Em jornalismo esse tipo de falha (neste caso imperdoável ao extremo) é conhecido como "barriga".
              Mas não é a primeira e nem a última barriga que o PIG dará. Porém muito pior que as barrigas, são as ilações, os golpes, as falcatruas, as notícias pagas ou simplesmente inventadas em favor de uns e detrimentos de outros. Por isso eu afirmo há muito tempo que a velha imprensa, além de golpista é terrorista. Ela te leva ao inferno na terra em poucos segundos.
            O PIG sem a menor sombra de dúvidas, é ator iniciante, participante ativo e incentivador da imoralidade e corrupção nas diversos níveis de poder na república.


tuma
Hoje à noite foi possível analisar o nível a que chegou a imprensa brasileira. Simultaneamente, três grandes veículos de comunicação deram o “furo” da morte do Senador Romeu Tuma, que está internado em São Paulo.

Primeiro foi o UOL, seguido da Folha e do Globo, que anunciaram a morte do Senador, e tão logo perceberam que se tratava de uma “barriga”, retiraram a “notícia” do ar. Provavelmente um chupou a falsa notícia do outro, e centenas de release blogs também publicaram o “furo”. Aliás, release blogs não faltam nos tradicionais grupos de comunicação.

Esse episódio lamentável mostra como está sendo feito o tratamento da notícia por parte da imprensa brasileira, que nem ao menos se dá ao trabalho de checar se o Senador estava vivo ou não.

Eu soube da “notícia” pelo Twitter, pois se espalhou rapidamente. Mas como no Twitter ninguém tem a obrigação de checar nada, coube aos portais o papelão de retirar a nota do ar.
O mais vergonhoso de tudo é que nem ao menos um pedido de desculpas foi ao ar. Nem do Globo, nem da Folha, e muito menos do UOL.


O pedido não deveria ser feito apenas aos leitores, mas aos familiares do Senador, que souberam da mórbida notícia dessa forma. O próprio filho, que estava em viagem pelo interior, soube da notícia por um colega, e só conseguiu saber da verdade algum tempo depois.

Mas como disse o leitor @fernandogomes69 no Twitter, “Romeu Tuma morreu, mas passa bem”.

Quem não está nada bem é a imprensa brasileira.

FONTE: Blog Acerto de Contas

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

FALTAM DEZ DIAS: CARTUCHOS DO DESESPERO

Datafolha, súbito, vê 'diminuir ' vantagem de Dilma ; coordenação do PSDB lança coreografias da VEJA na rede

Serra, ansioso, pediu para apressar o 'serviço'. 
 
Não há tempo a perder. Faltam dez dias: lances cinematográficos do velho 'tudo ou nada' vão se suceder em velocidade vertiginosa a cada 24 horas. 
 
A estratégia da saturação surte efeito se obedecer a uma escalada que leve ao pânico antes de os eleitores levarem sua preferência racional às urnas. 
 
Nesta 4º feira,a coordenação do PSDB deu um sinal para o conservadorismo nativo apertar o passo: jogou na rede o primeiro de um pacote de sete vídeos anti-PT contratados diretamente pelo presidente do partido, Sergio Guerra, com aprovação de Serra. 
 
Grosso modo, os filmetes equivalem a uma coreografia sonorizada das piores capas de Veja. A mesma receita de fascismo primário com enredo infantilizado em cores berrantes. Sutileza zero. 
 
Objetivo explícito: disseminar medo e ódio em relação ao governo, ao PT e Dilma num teste de degustação. A depender da receptividade, vai para o horário eleitoral. 
 
Palpite: é tão caricatural e explicitamente totalitário que pode gerar um efeito bumerang; se for colocado na tevê é capaz de Serra perder votos em segmentos da própria classe média tucana. 
 
O célebre 'medo' da namoradinha do Brasil, em 2002, é refresco delicado. A única certeza que se pode extrair da mão pesada que tomou a frente da propaganda serrista é que ingressamos numa etapa da campanha na qual todos os limites serão atropelados. 
 
A coalizão demotucana e seu dispositivo midiático assumiram a ordem unida sintetizada no grito ensandecido de Arnaldo Jabor, dia 22: ..."se queremos a paz, preparemo-nos para a guerra..." 
 
FONTE: Cabeçalho do Site Carta Maior hoje 23.09.10

segunda-feira, 16 de março de 2009

Mídia Terrorista Brasileira ou Os Filhos da Pura

Quando pego o telefone para falar com meu cliente e escuto em tom negativo que os negócios estão parados, que por isso ele não irá comprar meu produto, imediatamente lhe pergunto:
-- Você é assinante da Revista Veja, Folha de São Paulo ou Estadão? Você ouve as rádios CBN ou Bandnews? Você assiste os noticiários da Rede Globo, principalmente o Jornal Nacional?
Bingo! Então o cliente me pergunta como é que eu advinhei, como se eu precisasse de bola de cristal.
Esses terroristas tem influenciado negativamente a cabeça do meu cliente que por consequência acredita no fim do mundo ainda em 2009. Ele está paralisado.
Resultado: Estes filhos de uma "pura" estão fazendo muito mal aos meus negócios e a minha vida!

Ombudsman do Jornal Folha de São Paulo:

"O MEU PIB CAIU MAIS DO QUE O SEU"

A principal notícia da semana foi a queda do PIB brasileiro no quarto trimestre de 2008, que colocou de vez o país entre as vítimas da crise econômica global.

Na quarta, a Folha tratou dela com prioridade em dois aspectos: comparação do resultado do desempenho da economia brasileira no último trimestre do ano passado com o de outros 36 países e ênfase no fato de o governo federal vir declarando que a crise teria efeitos menores aqui.

Foi um erro. A comparação com outros países pode ser importante para analistas e estudiosos, mas não é fundamental para o leitor.

Para o cidadão comum, não interessa muito se a crise aqui é maior ou menor do que na Cochinchina. O que mais lhe importa é saber se ele vai manter o emprego e a renda, se o ambiente econômico do setor em que trabalha está saudável ou não, quais são as perspectivas para o futuro.

Mesmo se fizesse sentido priorizar a questão sobre onde o PIB caiu mais ou menos, a Folha errou, como o próprio texto principal do caderno Dinheiro deixa claro.

Na capa do jornal e nos locais de destaque, insistiu-se na tese de que, por seu PIB ter tomado um dos maiores tombos entre as 37 nações listadas, o Brasil está entre os principais atingidos pela crise.

Não é bem assim. Foi porque o país cresceu mais que os outros no ano inteiro que o contraste entre o quarto e o terceiro trimestres de 2008 foi tão intenso.
Como diz o quinto parágrafo do texto da página B1: "E o fato de o Brasil ter sofrido uma retração maior do que nos outros países no último trimestre do ano não significa que a crise aqui seja maior".

Além disso, chamada de primeira página e linha fina da manchete interna dão ao noticiário, que tem obrigação de ser isento, tom injustificável de editorial, com afirmações como "o país está entre os mais atingidos (...) ao contrário do que o governo vinha dizendo" ou o desempenho do PIB "fez ruir o discurso oficial de que país seria pouco afetado".

Se o jornal quer destacar que o governo errou em suas análises, publique objetivamente declarações antigas dos governantes e dados atuais.

E deixe o leitor decidir se eles fazem ruir o discurso, se o discurso era um castelo de areia, se foi a conjuntura que mudou ou se é obrigação de todo dirigente infundir otimismo na sociedade. Ou qualquer outra coisa que queira concluir. O leitor é inteligente. Não precisa dessas "mãozinhas" retóricas.

A coisa vinha mal desde sábado, quando a manchete do caderno cometeu, no meu entender e de economistas consultados, erro factual ao afirmar: "Indústria tem pior resultado desde Collor".

O que houve foi a variação anual mais negativa da atividade industrial em 19 anos, não o pior "resultado", que significa o quanto foi produzido ou vendido, que evidentemente foi muito maior em 2008 do que em 1989.

O leitor não quer saber dessas picuinhas e suas implicações políticas. Quer é saber o que pode acontecer com a sua vida material. É nisso que o noticiário econômico deve se concentrar.”

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

O Terrorismo no Brasil

O terrorismo não é algo que está tão longe de nós como imaginávamos.
É normal pensarmos que trata-se apenas de homens-bombas lá para os lados do oriente médio, ou atentados com carros repletos de explosivos e outras coisitas mais, muito longe do brasil varonil.
País de muita fé e religiosidade intrínseca, agradecemos aos céus por sermos tão abençoados e estarmos livres dessas tragédias das quais ouvimos falar diariamente.

Mas será que estamos mesmo livres do terrorismo?

É óbvio que não!
O verdadeiro terrorismo está plantado em nosso cotidiano, em nossa vida diária e simplesmente nem nos damos conta.
Vão me negar que a maneira como é conduzida a nossa vida política não é fruto de terrorismo?
Uma máfia política que está há tanto tempo no poder ditando regras, mamando desde sempre e metendo a mão nos cofres públicos não são terroristas?
O modo como a grande mídia manipula as informações não é um ato de terrorismo contra o estado de direito e a vida dos cidadãos?
Jornalistas, colunistas, donos de grandes empresas de comunicações e políticos retrógrados que controlam nossas cidades e estados são tão ou mais terroristas do que os grupos assim denominados que conhecemos pelo mundo afora.

Dias atrás o próprio Presidente da República em entrevista exclusiva á revista Piauí deixou claro que não dá a mínima bola para a grande imprensa. Não lê jornais como a Folha de São Paulo, O Globo, o Estadão, JB e nem revistas como Veja e Exame. Não assiste Jornal da Record e nem muito menos o Jornal Nacional. Não sabe bem quem é Miriam Leitão e não se lembra quando foi a última vez que ouviu algo de Bóris Casói ou Arnaldo Jabor.

Mordidos de raiva e perplexos diante desta afirmativa do Presidente da Republica, a mídia ficou ainda mais voráz na sua intenção de introduzir o pânico e o terror na cabeça da população.
Eles estão indignados pois imaginavam que eram audiência no palácio do planalto, que seriam lidos, ouvidos ou assistidos no mais alto escalão do poder.

Mas será que o Presidente está errado em buscar fontes alternativas de informação?
Se até ele quer se proteger do terrorismo é porque alguma coisa não cheira bem nas redações e nem nas salas de edições dos jornais televisivos.

Sim, o terrorismo está implantado para bombardear-nos diariamente com péssimas notícias. Informações desvirtuadas para gerar o pânico e fazer-nos borrar de medo com o apocálipse que caminha á passos duros.

Qualquer notícia positiva é tratada com desdém na vóz de Willian Boner.
Mas as negativas são enfatizadas quando ele mexe sua sombrancelha de maneira assustada passando temor de que não resta nada que possamos fazer a não ser entregar nossa vida nas mãos de Deus.

Fique ligado nesses terroristas e você vai se dar conta de que não vale á pena viver. Melhor mesmo é explodir ou entrar em depressão profunda já que a vida vai escoando pelo ralo.

Qual seria a intenção da mídia terrorista e golpista ao ocultar informações, inverter notícias, enfatizar desgraças e passar uma idéia de que estamos indo de mal a pior diariamente?