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sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Chora Míriam Leitão e Demais Terroristas

O "Marolinha" como passou a ser chamado o nosso Presidente da República, após sua declaração de que para nós a CRISE não seria um "Tsunami", imagino que esteja feliz.
Feliz por que como já declarou não lê os JORNAIS BRASILEIROS, não assiste o jornal nacional da rede globo, não lê a falha de são paulo e seus calunialistas, não abre o estadinho de são paulo e muitos outros, não houve a cbn, a rádio que toca mentiras e por aí afora. E ele que não tem conhecimento sobre nada da mídia terrorista, acreditou no Brasil que ele GOVERNA e declarou: Estamos preparados para superar a crise. Prato cheio para os terroristas que passaram a desdenhar de suas palavras. Viram alí um oportunidade de afundar o Brasil e eleger o Zé do Pedágio que (des)governa São Paulo.
Ataquei aqui por muito tempo o que do meu ponto de vista trata-se de um poder paralelo em nosso país, a famigerada "MÍDIA TERRORISTA". Não vou perder meu tempo me alongando sobre ela e nem falar de sua pior representante, uma tal de leitão. Uma vendida a interesses maiores que o jornalismo ou economia. Na mesma linha dela tem uma infinidade de outros tantos. Aqueles que são do partido "Quanto Pior Melhor". Os famosos lesa-pátria.
Os sem-vergonha, prá ser muito claro e sincero.
Para o desespero geral dessa galera, a notícia sobre o Brasil é maravilhosa, para o bem de seu povo. E para deleite do Presidente.
Sorte de quem acreditou no "Marolinha". Aquele incompetente, semi analfabeto e corrupto conforme a visão dos terroristas de plantão na nossa mídia.

Brasil tem uma das maiores recuperações pós-recessão
(É MOLE???) hahahahahaha Chuuuuuuuuuupa que é de uva, DemoTucanos e cabos eleitorais espalhados nas redações dos maiores meios de comunicação do país.

O crescimento da economia brasileira, de 1,9% no 2º trimestre, representa um dos melhores resultado entre os países que estavam em recessão, segundo dados da agência de classificação de risco Moody's e da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

A maior recuperação do trimestre foi registrada pela Turquia (+ 2,7%), onde a economia encolheu durante quatro trimestres consecutivos. No Brasil, no entanto, foram dois.

Entre os países desenvolvidos, o que mais cresceu no 2º trimestre, em comparação ao 1º trimestre do ano, foi o Japão, com alta de 0,9%. O país vinha apresentando um PIB (Produto Interno Bruto) negativo desde o 2º trimestre de 2008, antes mesmo do agravamento da crise, em setembro do ano passado.

"O Brasil não apenas ficou pouco tempo em recessão, como também apresentou um dos maiores crescimentos no trimestre", diz Alfredo Coutinho, diretor para América Latina da Moody's.

Enquanto no Brasil o crescimento foi puxado pelo consumo interno, no caso japonês o resultado foi impulsionado pela demanda externa, principalmente da China, e por maiores gastos do governo.

Europa
Alemanha e França também já tiraram o pé da recessão técnica, caracterizada por dois trimestres consecutivos de queda no PIB. As duas economias cresceram 0,3% cada.

Apesar do crescimento desses dois países, a União Europeia como um todo ainda se encontra em recessão. A economia do bloco encolheu 0,2% no 2º trimestre.

Uma das razões está no consumo das famílias. Com o aprofundamento da crise, os europeus deixaram de comprar. Investimentos e exportações também continuam negativos.

A Grã-Bretanha, um dos países mais afetados pela crise financeira internacional, registrou uma queda de 0,7% do PIB no 2º trimestre.

Américas, Índia e China
Pelo levantamento da Moody's, o Brasil é o primeiro país da América Latina a sair de uma recessão neste ano.

Chile e México, dois dos principais países da região, ainda estão com dados negativos. O PIB chileno caiu 0,5% no 2º trimestre, enquanto o México registrou resultado ainda pior: queda de 1,1%.

Os Estados Unidos, foco da crise atual, continuam em recessão. A economia americana vem encolhendo desde o 3º trimestre do ano passado.

No 2º trimestre deste ano, o PIB dos Estados Unidos caiu 0,3% em comparação aos primeiros três meses de 2009.

Enquanto isso, China e Índia seguem em crescimento. O ritmo da expansão diminuiu, mas os dois países estão entre os poucos do mundo que não entraram em recessão.

No 2º trimestre deste ano, a economia chinesa cresceu 7,9% em comparação ao 2º trimestre de 2008, enquanto a Índia cresceu 6,1%.

Segundo Alfredo Coutinho, no entanto, os dados desses dois países, assim como os da Rússia, não consideram a sazonalidade e, portanto, não são comparáveis com a maioria dos países.

BBC Brasil

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